domingo, 27 de abril de 2014

s.k.s ( prólogo )



nem
a
chuva
na
primavera
a
lembrar
das
flores
e
suas
castas
onde
os
lados
à
beira
da
desgraça
nascente
d´água
observada
por
entre
a
fresta
despreocupada
e
meticulosamente
posicionada
a
esse
chamariz
feito
ao
céu
e
sua
memória
mais
doce
que
a
luz 
ao
dia
perdido
e
reconhecido
nas
folhas
de
uma
árvore
ou
cães
a
ladrarem
suas
comoventes
vitórias
ou
roubos
que
florescem
e
murcham
em
cerimônias
que
fedem
pior
a
qualquer
grosseria